Depois de anos sem conseguir publicar no meu blog, finalmente consegui ter acesso.
A partir de agora estarei de volta com as histórias da hiena que sou.
Me aguardem.
Vou começar apresentando parte da equipe da minha Flor Amarela, pessoas comprometidas com o sucesso do trabalho.
www.renatavillela.com
terça-feira, 6 de agosto de 2019
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
FIM DA PARCERIA DOS IRMÃOS MARISTAS COM A ESCOLA ESTADUAL JOSÉ BONIFÁCIO DESABAFO DE UMA MÃE INCONFORMADA
No
ranking mundial de educação, divulgado em 2015 pela Organização para a
Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil ficou na 60.ª posição.
Foram avaliados 76 países - um terço das nações do mundo. Ou seja, o Brasil
ficou entre os países com pior desempenho.
O
que deveríamos ter aprendido com isto? De lá pra cá algo mudou?
Hoje
a falência educacional enche os presídios e podemos ver os resultados. Aliás
não assistimos ao fracasso da educação atual, apenas pelos presos, mas por quem
deveria cuidar deles.
O fim da
filantropia, a crise, o número cada vez menor de Irmãos Marista, nos fazem
entender que a Escola Estadual José Bonifácio não seja mais MARISTA. O que não
consigo entender é por que em nosso país
a Educação é tão desvalorizada? Por
que professores ganham até menos que um salário mínimo? Por que aqueles que ajudam as pessoas
a se tornarem médicos, dentistas, jornalistas, empresários, são tão pouco
valorizados?
Meus dois filhos mais velhos estudaram a
vida inteira no Marista. Formaram e passaram em faculdades federais. Criaram
vínculos de amizade que mantém até hoje. Sabemos o quanto isso é raro em
escolas públicas, mas tiveram a sorte de estudar numa época em que os maristas
estavam presentes na cidade, com sua pedagogia e projetos. Meu caçula não terá
a mesma sorte. Terá que estudar em uma escola pública como tantas outras do
nosso estado, neste triste país.
Ontem, dia 25 de janeiro de 2017, fomos
informados que o prédio foi alugado para o Estado. Um prédio reformado, bonito
como poucas escolas públicas. Os maristas pagavam a manutenção e agora?
Quero ver o professor ser valorizado
neste país. Quero ver o jovem desejando ser professor. Desejo que nunca mais
ninguém tenha vergonha do salário de professor. Mas sabemos que o problema não
é apenas salarial.
A má formação dos profissionais da
educação, a falta de tempo para se aperfeiçoar, a mesmice, a “burrocracia” das
superintendências de ensino e secretarias de educação que desconhecem a
realidade da sala de aula e nos empurram goela abaixo os experimentos
educacionais, estão cada vez empurrando para baixo a educação do país.
Como dizia Içami Tiba:
“Não existe alguém, que nunca teve um professor na vida,
Assim como não há ninguém que nunca tenha tido um aluno.
Se existem analfabetos, provavelmente não é por vontade dos professores.
Se existem letrados, é porque um dia tiveram professores.
Se existem prêmios Nobel, é porque alunos superaram seus professores.
Se existem grandes sábios, é porque transcenderam suas funções de professores.
Quanto mais se aprende, mais se quer ensinar.
Quanto mais se ensina, mais se quer aprender.”
Que Marcelino Champagnat olhe por nós.
“Não existe alguém, que nunca teve um professor na vida,
Assim como não há ninguém que nunca tenha tido um aluno.
Se existem analfabetos, provavelmente não é por vontade dos professores.
Se existem letrados, é porque um dia tiveram professores.
Se existem prêmios Nobel, é porque alunos superaram seus professores.
Se existem grandes sábios, é porque transcenderam suas funções de professores.
Quanto mais se aprende, mais se quer ensinar.
Quanto mais se ensina, mais se quer aprender.”
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